sem reclamar

bom dia. se fevereiro não foi um bom mês pra você, imagine pra quem nasceu em um ano bissexto. risos. pense que março te dará três dias a mais para conquistar o que faltou no mês passado. de brinde.

Por que a aprovação da nova vacina nos EUA pode ser um turning point na imunização?

MUNDO

One shot at a time. Mais uma vacina no mercado. Neste final de semana, os americanos aprovaram a autorização para uso emergencial da vacina produzida pela Johnson & Johnson's.

Por que isso é relevante? Esse é a única vacina até o momento que só exige uma dose para ser eficaz. Consequentemente, isso acelera o processo de imunização e todas as outras coisas que dependem disso.

Há ainda mais um benefício: A vacina da J&J não precisa de refrigeração como os imunizantes da Moderna e da Pfizer/BioNTech, o que diminui bastante os custos na cadeia e as dificuldades logísticas.

A vacina foi testada em mais de 44.000 pessoas e a conclusão é que com apenas “one shot” os vacinados estarão fora de risco de irem para hospitais ou UTI's. Eficácia de 72% e 86% de proteção contra as formas graves da doença.

O governo americano comprou 100 milhões de doses. 4 milhões delas já estarão disponíveis essa semana e outras 20 milhões até o fim do mês. Mais praticidade e velocidade à caminho.

O que mais é destaque no mundo?

OAB suspende aplicação da prova por tempo indeterminado

MERCADO

Talvez você seja um daqueles que estavam estudando para a prova da Ordem na semana que vem. No final de semana, o Conselho Federal da OAB decidiu suspender a realização da primeira etapa da prova, que aconteceria no dia 07/03. Nova data deve ser definida amanhã.

O motivo? Pandemia. Segundo o órgão, a decisão foi baseada no crescimento dos casos e mortes pelo coronavírus no país, além do registro das novas variantes e da alta na taxa de ocupação dos leitos de UTI.

Qual o impacto? Além do fluxo de caixa da OAB (risos), diferente das outras formações, um bacharel em Direito sem uma carteira da Ordem dos Advogados do Brasil não pode fazer muito mais que um estagiário do ramo faz. Ao menos, não juridicamente.

  • Agora, pense que existem milhares de graduados em 2019, que ainda não fizeram a prova e continuam trabalhando em muitos escritórios de advocacia no país.

Mercado essencial ou saturado? O Brasil é o país que mais tem advogados por habitantes no mundo. Aproximadamente, para cada 190 cidadãos existe um advogado à disposição.

O Brasil tem 1.213.645 milhão de advogados inscritos, mais de 1.500 faculdades de Direito e mais de 70 milhões de processos em trâmite. Isso preocupa até mesmo a OAB, que já solicitou ao Ministério da Educação a suspenção de novos cursos. Foi por isso que começamos com o talvez… risos.

Só leia se quiser criar ou fazer crescer uma empresa

PATROCINADO POR LINK SCHOOL OF BUSINESS

Vontade sem ação não vai te levar a lugar nenhum. Muitos tem o desejo de empreender, mas a minoria consegue sair do lugar ou escalar seu negócio. Por quê?

  • Para ser dono de um empresa, é preciso entender de finanças, de estratégia, de vendas, de marketing e de tecnologia;

  • Mesmo sabendo de tudo isso, se você é incapaz de gerenciar a si mesmo e aos outros, não funciona — nesse caso, o maior obstáculo do seu negócio se torna você, não seu concorrente;

  • Além disso, muitas vezes, é comum se ver impedido de crescer por não ter acesso a capital e relacionamentos (networking) que farão a empresa, de fato, explodir.

Se identificou? Pois é. Você não está sozinho nessa. E foi pensando em pessoas assim que a Link School of Business criou um Master in Business & Entrepreneurship.

O que é seria um Master in Business & Entrepreneurship?

Um MBA para empreendedores. Simples assim — tirando o fato de que você não ficará sentado em uma sala de aula ouvindo professores sem prática falarem por horas.

Brincadeiras à parte, carinhosamente chamado de MBE, o programa é desenhado para quem já se formou e quer criar ou fazer crescer empresas.

  • Desde executivos, que no fundo sonham em ter seu próprio negócio, até médicos, advogados e outros profissionais liberais que querem crescer.

Na contramão de programas de educação executiva tradicionais, a Link inverteu o formato de ensino: o MBE tem 20% de teoria e 80% de prática.

Como assim? São 3 dias de aula — transmissão de conhecimento — com 27 de aplicação pura e orientada — literalmente, alguém pegando em sua mão e te ajudando com os desafios da rotina — durante 7 meses. Learn from the best, develop fast and build your network.

Ficou interessado? Participe da demonstração virtual do programa que acontecerá na quarta-feira (03/03) às 20:00, clicando nesse link aqui ou dê uma olhada no material institucional. É só clicar.

Zuckerberg aposta em rappers para “combater” o TikTok

TECNOLOGIA

O Facebook anunciou durante o final de semana um novo aplicativo, chamado BARS. Com foco em artistas e compositores, o app permite que os rappers, profissionais ou não, possam rimar com qualquer um dos ritmos pré-criados pelo app e compartilhar seus vídeos na rede.

Qual o motivo de investir em algo assim? Você pode estar se perguntando isso e nós também nos fizemos esse questionamento. De certa forma, o novo aplicativo concorre com o TikTok.

Atualmente — além dos vídeos de dança — o TikTok serve como plataforma de lançamento para músicos, incluindo rappers, que se conseguirem engatar uma música em algum dos famosos challenges do aplicativo, podem viralizar em um instante.

  • Veja o exemplo daquela clássica “tã tã, tã… tã, tã, tã, tã”. Até um remix com o cantor Jason Derulo foi criado e você pode ouvir clicando aqui — principalmente se não conseguiu decifrar lendo. Dica: vai ficar na cabeça pelo resto do dia.

Ou seja, já existe uma grande comunidade social em torno do rap no TikTok, e o Tio Mark quer um pouco dessa atenção. Vale tudo para reduzir o tempo de utilização no aplicativo concorrente.

Expandido o zoom: A princípio, pode parecer um pouco distante, mas, como o BARS também sugere palavras e letras quando o usuário está compondo seu rap, será que podemos assumir que num futuro próximo letras musicais também não serão totalmente autorais e humanas? #BlackMirrorFeelings

Ainda em tecnologia… 📸

Com um simples tweet, o head do Instagram movimentou a internet na noite de ontem. Ainda não sabemos o que, mas algo novo está por vir na rede social mais popular hoje.

Por volta das 13h, no horário de Brasília, o anúncio será feito e amanhã te contaremos tudo. Até lá, divirta-se com os comentários, especulações e teorias da conspiração nas respostas ao tweet acima. risos.

STF ordena que Ministério da Saúde assuma os custos de leitos de UTI

BRASIL

Direto ao ponto. O Supremo Tribunal Federal aceitou o pedido do Maranhão, São Paulo e da Bahia, obrigando o Ministério da Saúde a reativar, arcando com os custos, leitos de UTI exclusivos para tratamento de COVID-19 nos referidos estados.

Foram três ações judiciais diferentes, porém pautadas no mesmo argumento: o Ministério da Saúde deixou de pagar pela manutenção de milhares de leitos pelo país. Com isso, os três estados pediram o retorno do financiamento.

Contexto: Durante a pandemia, com a declaração de Estado de Calamidade Pública, o Ministério da Saúde custeou extraordinariamente vários leitos nos estados brasileiros. Só em São Paulo, por exemplo, o Ministério chegou a custear mais de 3 mil leitos.

O problema? O Ministério da Saúde afirma que, na realidade, não desabilitou nenhum leito, mas que com o fim do Estado de Calamidade, a disponibilização de créditos extraordinários — recursos financeiros — anteriormente destinados pelo Governo Federal mudou, razão pela qual, parou de financiar o custeio.

Com a decisão, o STF ordenou que o Ministério da Saúde volte a financiar os leitos, que custam R$ 1.600,00 por dia e na quarta-feira, Bolsonaro já havia editado uma Medida Provisória liberando R$ 2,8 bilhões para o órgão, com essa finalidade. A intenção é que existam 11 mil leitos até março.

O que mais é destaque no país?

Fusão cria o maior grupo empresarial de saúde do país

ECONOMIA

Em janeiro, trouxemos a notícia de que o maior conglomerado de saúde do país estava sendo criado, quando as duas empresas confirmaram as negociações para a fusão de suas operações. Well, now it´s official.

Ficou decidido que os acionistas da Hapvida ficarão com 53,6% da nova empresa e os da Notre Dame com 46,4%.

Por que é tão relevante? Essa é a maior fusão do mercado brasileiro desde a união do Itaú e do Unibanco em 2008. A empresa terá dois CEOs, sendo um da Notre Dame e outro da Hapvida. O conselho, no entanto, será majoritariamente composto por membros da Hapvida.

A criação de um conglomerado como esse traz questionamentos envolvendo a criação de um grande monopólio. No entanto, nesse caso, as duas empresas têm pouca sobreposição geográfica — ou seja, não disputam as mesmas regiões — e, por isso, não deve encontrar resistência dos órgãos reguladores.

É oficial, mas já acabou? Não… O deal ainda precisa ser aprovado pelos dois grupos de acionistas em assembleias marcadas para o fim do mês e também depende da “benção” do ANS e do Cade, dois órgãos reguladores.

O que mais é preciso saber economicamente falando?

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