sem controle remoto

bom dia. se essa vida fosse um filme... teve muita gente dando pause na cena né? pura ilusão. vai viver porque o tempo não para e não dá pra dar replay.

Trump cedeu à transição

MUNDO

Depois de um tempo ignorando a transição para o governo Biden, Trump cedeu — mas isso não quer dizer que tenha aceitado os resultados. É claro, o presidente americano fez o anúncio na sua rede preferida, o Twitter.

Traduzindo: basicamente, Trump disse que pediu que o chefe do órgão responsável pela transição de governo faça os protocolos iniciais. A agência federal encarregada informou à equipe do democrata que poderia iniciar formalmente o processo. 

  • E como andam as eleições? A recontagem já foi feita em estados-chave como Geórgia e Michigan, onde a vitória se manteve. Na Geórgia, a equipe Trump pediu uma outra recontagem, que será feita de forma eletrônica.

Como presidente eleito, Joe Biden já começou a anunciar seu gabinete.

  1. A Segurança Nacional de Inteligência será feita pela primeira vez por uma mulher, Avril Haines.

  2. Já a chefia da Segurança Interna ficará a cargo de um latino-americano, Alejandro Mayorkas, também de forma inédita.

  3. O Tesouro ficará com Janet Yellen, ex-presidente do FED, o Banco Central americano.

A relevância desses nomes: 1) a influência dos EUA é gigantesca e impacta diretamente o mundo todo e 2) a nomeação inédita de mulheres e latinos para os cargos citados sugere um governo mais preocupado com pautas progressistas.

O que mais foi destaque no cenário mundial?

Jogaremos os testes fora?

BRASIL

É fato que para controlar uma pandemia é necessário testar — quem está infectado fica ciente, se isola e não transmite o vírus para outras pessoas. No Brasil, no entanto, o governo federal pode ter que jogar fora 6,8 milhões de testes de COVID-19.

O SUS aplicou 5 milhões de testes deste tipo, ou seja, o Brasil pode descartar mais testes do que já realizou. As unidades prestes a vencer custaram R$ 290 milhões.

Mas por que os testes não foram distribuídos?

Os testes são comprados pelo governo federal, mas são distribuídos quando estados e prefeituras os solicitam. Resultado = jogo de empurrar responsabilidade.

O que mais foi destaque no país?

Fila de quatorze horas para comer um hambúrguer

NEGÓCIOS

Qual foi seu maior tempo de espera para comer um hambúrguer no drive-thru? Talvez 40 minutos, talvez 90… Talvez você não se lembre muito bem, pois só vive essa experiência após uma bela noitada na balada. risos.

O fato é que, nos Estados Unidos, mais precisamente no Colorado, durante o final de semana, alguns clientes — se é que podemos chamá-los assim — ficaram 14 horas em uma fila para conseguir saborear um hambúrguer. Yep, você leu certo e é isso mesmo. 14 horas na fila para comer burger, batata and milk shake.

Que hamburger é esse? In-N-Out Burger. Conhece? Se sim, temos certeza que sua boca está cheia d’água. Sorry. A rede de fast-food original da Califórnia é extremamente conhecida e adorada nos Estados Unidos. Até então, não possuía nenhuma loja no estado do Colorado, pois somente a costa oeste dos EUA era privilegiada de ter acesso aos hambúrgueres do In-N-Out.

Raio-X: Apesar de parecer loucura esperar tanto tempo em uma fila, os donos do In-N-Out já não se impressionam tanto. A rede é conhecida por casos similares, como o dos residentes da cidade de Portland, no estado de Oregon, que costumam dirigir por 4h até o restaurante mais próximo.

A marca, que adota a escassez em suas unidades — existem 40x mais lojas do McDonald's e 5x mais lojas do seu concorrente, Five Guys, nos Estados Unidos — também opera com uma simplicidade tremenda no cardápio.

Caso queira se aprofundar e entender como criar fãs para sua marca, assista a esse vídeo, que explica um pouco da estratégia e da história.

No mais, já guarde o nome para quando visitar a costa oeste dos Estados Unidos ou o Colorado. risos.

Marcas poderão postar diretamente no perfil dos influenciadores no Instagram

TECNOLOGIA

Cada vez mais posts patrocinados, cada vez mais anúncios no seu feed e, agora, mais facilidade. Pelo menos, para as marcas anunciarem com seus influenciadores. O Instagram anunciou que uma marca X, como a Reserva — alô, Rony — poderá fazer um post diretamente na conta de um influenciador Y.

Como assim? Agora, o influenciador não precisa mais ter o trabalho de receber as coordenadas para então criar o post patrocinado. Basta que a marca envie um pedido para o perfil do influenciador e ele o aceite. Assim, sempre que um post for criado pela empresa, o influencer receberá a notificação antes de aceitar e fazer o merchan.

  • O Instagram também vai permitir que você promova marcas no Reels e em Lives, aumentando assim os canais de monetização para os influenciadores.

Por que é relevante? É uma alteração expressiva do Instagram, como negócio, para pegar uma fatia maior de um mercado de 10 bilhões de dólares — marketing de influenciadores — que pode trazer alterações expressivas no longo prazo para todas as partes: plataforma, marcas e influenciadores.

Zoom out: Fazendo uma análise mais extensa da funcionalidade, a medida pode diminuir ou, ao menos, prejudicar a confiança da audiência com seus influenciadores favoritos, já que o conteúdo será cada vez menos pessoal e mais comercial. Por ora, só voltar com as notificações para o lugar certo já seria ótimo. risos.

Segunda-feira de touro e falta de cerveja

ECONOMIA

Nada melhor que começar a semana com o pé direito. Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 1,26%, aos 107.378 pontos. A grande notícia foi que a vacina de Oxford com a AstraZeneca teve eficácia média de 70%, chegando até 90%.

Sim, essa não é a primeira vacina a mostrar bons resultados. Mas, para nós brasileiros, ela é especial: é com o imunizante de Oxford que o governo federal firmou um acordo, com produção local de cerca de 100 milhões de doses.

  • Além disso, Biden ajudou o otimismo. A escolha de Janet Yellen, ex-presidente do Federal Reserve, como secretária do Tesouro foi bem vista. Você já sabe que os mercados mundiais estão sempre de olho em qualquer nomeação nos EUA.

Mudando de assunto… Vocês estão bebendo, hein?

Uma pesquisa apontou que nunca faltou tanta cerveja nos supermercados brasileiros como agora, com 18,92% em ruptura. Brincadeiras à parte, a explicação está na cadeia produtiva, mais precisamente no fornecimento de vidro e lata para as embalagens. Preocupante? risos.

O que mais foi destaque em economia:

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